Carol é maré que não recua.
Sempre sonhou em morar perto do mar, acordar com o som das ondas e há 10 anos, fez desse sonho uma realidade. É mãe, funcionária pública e também empreendedora.
Como enfermeira e sendo uma mulher negra, atua na saúde pública com o cuidado de quem conhece na pele as urgências invisíveis. Gerencia com firmeza, sorriso no rosto e fé no peito, mesmo quando esperam que cargos altos tenham outra cor.
É chamada de “a enfermeira doida”, mas sua loucura é a coragem de resistir com alegria, inteligência e ancestralidade pulsando em cada gesto. Carol é ponte entre mundos: entre a ciência e o sagrado, entre o riso e a seriedade.
É a força que cuida, lidera e encanta, com os pés na areia, o coração na missão, e o terço de Nossa Senhora entre as mãos.