Ela não fala de ancestralidade, ela é a própria ancestralidade pulsando no corpo, no abraço, no sorriso largo, na arte que transborda, na dança que conecta mundos.
A mãe, a mulher, a artista e a amiga se entrelaçam como cipós antigos, formando uma só força vital que magnetiza.
Estar perto dela é se lembrar da beleza de existir, de ser, de se priorizar e se amar inteira.